
Sempre que falo com alguém cuja faixa etária se situa entre os 25 e trinta e tal, aqueles cujos pais não pertencem a classes de um certo privilégio, todos se referem a um mesmo estado de espírito:
Receio de que os sucessivos empregos sejam sempre temporários. Contratos de trabalho sucessivamente renovados. Impossibilidade de compra de casa própria.
Infelizmente, o discurso demagógico do PNR atrai alguns jovens, que embora esclarecidos, vivem diariamente esta angústia da vida precária.
Atenção dirigentes partidários, sociólogos, economistas, empreendedores, está aí alguém???
Receio de que os sucessivos empregos sejam sempre temporários. Contratos de trabalho sucessivamente renovados. Impossibilidade de compra de casa própria.
Infelizmente, o discurso demagógico do PNR atrai alguns jovens, que embora esclarecidos, vivem diariamente esta angústia da vida precária.
Atenção dirigentes partidários, sociólogos, economistas, empreendedores, está aí alguém???
3 comments:
os dirigentes partidários estão entretidos a escrever discursos demagógicos prometendo ordenados acima dos 1000 euros e casas com garagem, os sociólogos estão ainda a tentar perceber porque é que os jovens que ganham menos de 1000 euros ainda vivem com os pais, os economistas estudam a melhor maneira de fazer render os jovens que ganham menos de 1000 euros e ainda vivem em casa dos pais e o empreendedores...emigraram!!!! é melhor arranjaraes um megafone maior!
o megafone está no tamanho adequado! o País é que se calhar é muito pequenito.
E não estou a falar de tamanho geográfico.
Actualmente, a maior angústia das pessoas não é o presente mas sim o futuro, o qual não se revela particularmente esplendoroso tão pouco animador. Porquanto as dificuldades (mormente financeiras)são vividas com tenebrosidade, têm que ser encaradas musculosamente: com iniciativa; com inteligência. E não raras vezes, com sorte. Em boa verdade, é o futuro que nos amedronta. Já não é escuro, ou casa assombrada.
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