antonio
30.07.2008
13:55
United Kingdom
Sr Primeiro Ministro eu nao estou contra os computadores so que vem tarde de mais vidio vigilancia nas escolas tarde de mais e so tarde de mais que se fazem as coisa ai em Portugal mais lhe quero dizer sabia que algum povo portugues nao gosta de ser controlado por vidio vigilancia pois deve ser montado sim vidio vigilancia em todas as autoestradas e cidaes evitam certos problemas com a Policia.
In Jornal de Notícias (versão electrónica), 30 de Julho de 2008 - comentário de um leitor, acerca do novo PC a ser construido em Portugal.
Este blogue não tem nada de original. Estou já a avisar! É só mesmo para deitar cá para fora, aquilo que não se deve guardar para dentro! Faz sentido? Claro que sim! Note-se que o deitar cá para fora, pode ser de tudo um pouco...
Wednesday, July 30, 2008
Monday, June 30, 2008
Campeões

Eles fizeram aquilo que os nossos não fizeram: não deixaram espaço para a Alemanha jogar, e "só" isso foi o suficiente para serem Campeões.
Além do mais não têm nem jogadores armados em estrelas hollywodescas, nem Ronaldos-armados-em-super-homem-a-fingir-que-sabe-marcar-livres. Nem têm um pseudo "super-treinador" mata-mata.
Eles, tem jogadores com vontade de ganhar. Concentrados. Sem gel na cabeça!
Que jogo! Pela primeira vez na minha vida (Viva Espanha)!
Sunday, June 22, 2008
Estava a ver que não...

Россия - священная наша держава,
Россия - любимая наша страна.
Могучая воля, великая слава -
Твое достоянье на все времена!
Arrasaram!
Sunday, June 15, 2008
Para acabar com o tédio
Para acabar com o tédio nada como rever os episódios do Father Ted.
Thursday, June 12, 2008
País de merda.... façam o teste
Este post vai directamente para uma amiga que vive já há alguns anos em Israel!
Eu vi este teste no blogue Boina Frígia e não consegui resistir.
Há muitos anos atrás uma grande amiga minha mudou-se de armas e bagagens para Jerusalém. De cada vez que havia atentados, isto a seguir à morte de Yitzhak Rabin, o que significava 2/3 atentados por semana, eu tinha a tendência de ligar-lhe logo a correr em sobressalto.
E ficava muitas vezes surpreendida com a naturalidade e paz com que a minha amiga me respondia:
- Não, mas aqui também não é assim como dizem os jornais e a TV. Ainda a semana passada estive com as crianças em sítio tal e estivemos na praia e blá blá
Dá que pensar, no mínimo. E aproveitem para fazer o teste.
Eu vi este teste no blogue Boina Frígia e não consegui resistir.
Há muitos anos atrás uma grande amiga minha mudou-se de armas e bagagens para Jerusalém. De cada vez que havia atentados, isto a seguir à morte de Yitzhak Rabin, o que significava 2/3 atentados por semana, eu tinha a tendência de ligar-lhe logo a correr em sobressalto.
E ficava muitas vezes surpreendida com a naturalidade e paz com que a minha amiga me respondia:
- Não, mas aqui também não é assim como dizem os jornais e a TV. Ainda a semana passada estive com as crianças em sítio tal e estivemos na praia e blá blá
Dá que pensar, no mínimo. E aproveitem para fazer o teste.
Saturday, June 7, 2008
Realidade e Ficção



Vocês sentem o mesmo do que eu? Um receio, mais que receio até, de que o mundo como nós o conhecemos acabe? Que haja racionamento de bens essenciais? Limitação de compra de combustíveis?
Dei comigo no outro dia a desejar ser proprietária rural. A expressão proprietária rural até é um exagero. Eu quería mesmo era ter um terreno/horta onde cultivasse as minhas alfaces e afins. Dei comigo a pensar que gostava de ter galinhas e poder ter ovos frescos todos os dias. Plantar os meus legumes, que isto da subida do brent está a começar a mexer comigo.
Não tenho nada disso aqui em Lisboa! Nem venho de uma família com ligações à terra. Por isso dou comigo com estes pensamentos. E dou comigo a lembrar-me de uma BD que marcou muito a minha infância, e que se chamava Simon du Fleuve.
No Simon du Fleuve, o mundo civilizado tinha colapsado. Tinha havido um "apocalipse" nuclear, e a sociedade tal como nós aconhecemos hoje desaparecia!
Os cenários eram caóticos, com cidades semi-abandonadas, sem electricidade, sem computadores. Tudo era um caos! Os sobreviventes tentavam reagrupar-se e a pouco e pouco fugiam para o campo. Nunca leram?
Aconselho a que o façam. Agora mais do que nunca tenho receio. E vocês, têm medo como eu?
Lembro-me sempre de quando vivi em Inglaterra e em certa ocasião houve a decisão dos camionistas fazerem um bloqueio às distribuidoras de combustível, por causa do aumento dos preços. As únicas entidades que podiam abastecer-se eram os bombeiros e o Serviço Nacional de Saúde.
A rede de transportes públicos rapidamente ficou sem reservas. Numa semana tudo parou. Eu ía a pé para o trabalho todos os dias. Lembro-me de no segundo dia do bloqueio ir ao supermercado, no final do dia, chegar lá dentro e as prateleiras estarem todas vazias. Isto aconteceu ao fim do segundo dia! Nada para vender no super! Nada! Pela primeira vez na vida, percebi como a nossa civilização depende do combustível. De como tudo colapsa rapidamente. De como, nas grandes cidades, nós ficamos sem saber o que fazer! Onde vamos comprar os bens de primeira necessidade?
Por isso, dou comigo a pensar no Simon du Fleuve, na realidade e na ficção.
Marcadores:
campo,
caos,
cidade,
fome,
simon du fleuve
Tuesday, June 3, 2008
Monday, June 2, 2008
E agora?

Este post hoje é absolutamente fútil!
Mas confesso, que em tempos da minha adolescência pensei uma vez ser "estilista". Era naquela fase em que tanto acordamos a querer ser Estilista, tanto como depressa mudamos a opinião e já queremos ser Enóloga, ou Jornalista.
Quando ainda tínhamos tempo para ter dúvidas. Não é que eu não as continue a ter. Simplesmente faz-me falta o tempo.
Naquele tempo sobrava-me o dito e rabiscava muito vestido, muita blusa, muita coisa.
Mas em relação ao senhor da foto aqui de cima ( que eu roubei do Público ) foi para mim, um dos expoentes máximos da Alta Costura.
Mais outra luzinha que se apaga. E agora, quem vai costurar assim?
Tuesday, May 27, 2008
E agora?

Foi e será para sempre o filme mais romântico.
Choro sempre nas mesmas cenas. Soluço até mais não!
E quem vai fazer mais filmes assim?
Chuinf
Monday, May 26, 2008
Jacarandás de Lisboa

Eu contei até á exaustão esta história que me contaram a mim: As Jacarandás de Lisboa, florescem todas no mesmo dia!
E como? Porque foram todas elas replicadas da Árvore-Mãe que veio lá do Brasil há mais de cem anos. E assim, em todo o seu esplendor azul-violeta abrem todas com aquela sincronia maravilhosa da Natureza, no mesmo momento.
Como nasci na Primavera, adoro esta estação. Adoro os meses que vão de Março a Junho. E fico sem respiração cada vez que passo na D. Carlos I toda ela azul-violeta.
Faço um certo desvio diário, na condução do meu panda em direcção ao meu trabalho, só para passar por debaixo dos Jacarandás floridos!
Lindo!
Aqui vai uma foto que roubei do De cara ao vento
Saturday, May 24, 2008
Conversas parvas
- Então ía uma velha a atravessar a Avenida da Liberdade, e ao hesitar na passadeira, volta para trás. Leva com uma mota em cheio, aquelas motas das entregas rápidas, sabes?
- Então e a velha?
- Foi parar ao hospital e ficou sem se mexer durante para aí uns 6 meses...
- E o gajo da mota?
- Morreu
- Ena pá que horror! E a velha?
- Safou-se! Está aí toda porreira.
Momento de silêncio
- Então e a mota?
Conversas parvas escutadas por aí
- Então e a velha?
- Foi parar ao hospital e ficou sem se mexer durante para aí uns 6 meses...
- E o gajo da mota?
- Morreu
- Ena pá que horror! E a velha?
- Safou-se! Está aí toda porreira.
Momento de silêncio
- Então e a mota?
Conversas parvas escutadas por aí
Monday, March 31, 2008
O Estado das coisas
Hoje li no Público, que o presidente da ConferênciA Episcopal Portuguesa afirmou, qualquer coisa do género:
"O Estado democrático não pode ser militantemente ateu"
De repente senti-me transportada para o Terreiro do Paço em pleno Século XVI. D. Jorge Ortiga apontava o dedo para o nosso Sócrates que, já com o lume a crepitar debaixo dos pézinhos, gritava:
- Porreiro, pá!
É impressão minha ou últimamente ando a lêr muitas notícias sobre o estatuto da Igreja em Portugal? Mas que raio de m**** é esta?
"O Estado democrático não pode ser militantemente ateu"
De repente senti-me transportada para o Terreiro do Paço em pleno Século XVI. D. Jorge Ortiga apontava o dedo para o nosso Sócrates que, já com o lume a crepitar debaixo dos pézinhos, gritava:
- Porreiro, pá!
É impressão minha ou últimamente ando a lêr muitas notícias sobre o estatuto da Igreja em Portugal? Mas que raio de m**** é esta?
Monday, March 24, 2008
Um horror
Em resposta ao "desafio" lançado pelo Irmão Lúcia eu conto:
A minha turma 10º A lá do Pedro Nunes (por volta dos anos 80), pôs o setôr de Francês a chorar e a sair a correr porta-a-fora. E isto porque o Luís não sei quantos estava empielado e decidiu fazer chichi, note-se chichi em plena sala de aula, porque estava à rasquinha... e porque tínhamos ido algumas horas antes tomar uns birinaites a um café rasca lá no Largo do Rato.
Sim porque quando era para beber, a malta não ía aos cafés ao lado do liceu, mas sim íamos lá para bem longe...
Pronto já está, confesso! E de facto não havia nem telemóveis nem youtubes para registar estes momentos de horror!
A minha turma 10º A lá do Pedro Nunes (por volta dos anos 80), pôs o setôr de Francês a chorar e a sair a correr porta-a-fora. E isto porque o Luís não sei quantos estava empielado e decidiu fazer chichi, note-se chichi em plena sala de aula, porque estava à rasquinha... e porque tínhamos ido algumas horas antes tomar uns birinaites a um café rasca lá no Largo do Rato.
Sim porque quando era para beber, a malta não ía aos cafés ao lado do liceu, mas sim íamos lá para bem longe...
Pronto já está, confesso! E de facto não havia nem telemóveis nem youtubes para registar estes momentos de horror!
Marcadores:
adolescência,
horror,
humilhação
Capítulo III
E naquele dia tudo tinha acabado. Como que o mundo tivesse parado. Tudo ficou gelado à sua volta. Imóvel. A lua brilhava lá fora. Uma noite fria, sem nuvens. Tudo apenas imóvel.
Ouviu um craque por dentro! Craque! qualquer coisa a quebrar-se. A máscara que manteve durante tantos anos. Para quê? Depois sentiu uma raiva enorme. Ódio mesmo.
Chorou toda a noite. Chorou tudo. Tudo!
Pensou naquilo que já tinha ouvido antes: Deus conta as lágrimas das mulheres
Conta? Conta mesmo?
Fez a mala. Olhou à sua volta para aquelas paredes. E pensou que tudo podería ter sido diferente. Aquelas paredes erguidas por alguém que ela nunca conheceu, numa cidade que não era a sua, num país que não era seu. Aquelas paredes. Pousou lentamente a mão sobre a parede da sala, como que a sentir a pulsação. Tentou sentir o que aquelas paredes sentiam. Se é que as paredes tem sentimentos. Sensações.
Abanou a cabeça. Olhou à volta.Partiu.
Ouviu um craque por dentro! Craque! qualquer coisa a quebrar-se. A máscara que manteve durante tantos anos. Para quê? Depois sentiu uma raiva enorme. Ódio mesmo.
Chorou toda a noite. Chorou tudo. Tudo!
Pensou naquilo que já tinha ouvido antes: Deus conta as lágrimas das mulheres
Conta? Conta mesmo?
Fez a mala. Olhou à sua volta para aquelas paredes. E pensou que tudo podería ter sido diferente. Aquelas paredes erguidas por alguém que ela nunca conheceu, numa cidade que não era a sua, num país que não era seu. Aquelas paredes. Pousou lentamente a mão sobre a parede da sala, como que a sentir a pulsação. Tentou sentir o que aquelas paredes sentiam. Se é que as paredes tem sentimentos. Sensações.
Abanou a cabeça. Olhou à volta.Partiu.
Sunday, March 16, 2008
Sopa de peixe

Capítulo V. Foi isso! Fiquei-me pelo Capítulo V do Codex 632 do Rodrigues do Santos. Até ontem eu pensava que era a única pessoa que achava repugnante uma fantasia sexual descrita pelo autor.
A página tantas é-nos relatado que a amante do personagem principal, tinha como fantasia de "cozinheira", quando fosse Mãe, fazer uma sopa de peixe com o leite das maminhas da própria.
Eu fiquei sem gosto de lêr o resto do livro. E de facto já se passou mais de 1 ano e não tive coragem de pegar no Codex.
É pá sinceramente: que mente doentia pensa em sopa com leite das mamas de uma mulher? As minhas fantasias sexuais envolvem mais eu vestida de enfermeira a fazer "curativos" e afins do que preparar sopinhas de leite e raio que parta a mente doente do Rodrigues dos Santos.
Puá! Que nojo lembro-me de pensar! E só ontem em jantar de amigos, é que e felizmente, percebi que não sou a única a ter ficado enojada!
Obrigada amigos, por serem pessoas com fantasias sexuais normais. Obrigada!
Subscribe to:
Posts (Atom)
