Hoje li no Público, que o presidente da ConferênciA Episcopal Portuguesa afirmou, qualquer coisa do género:
"O Estado democrático não pode ser militantemente ateu"
De repente senti-me transportada para o Terreiro do Paço em pleno Século XVI. D. Jorge Ortiga apontava o dedo para o nosso Sócrates que, já com o lume a crepitar debaixo dos pézinhos, gritava:
- Porreiro, pá!
É impressão minha ou últimamente ando a lêr muitas notícias sobre o estatuto da Igreja em Portugal? Mas que raio de m**** é esta?